Rádio Engenho Velho

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

SOCIEDADE ARTÍSTICA E CULTURAL ENGENHO VELHO REALIZARÁ FESTIVAL DE FREVOS E MARCHAS CARNAVALESCAS


A Sociedade Artística e Cultural Engenho Velho, através do seu Presidente o Produtor Cultural Francisco Demontiêr dos Santos Vieira, Panticola, realizará nos dias 01 e 03 de março de 2014 o Festival de Frevos e Marchas Carnavalescas de Barbalha. 

O Festival é um evento de ampla participação popular que contribui com a preservação da memória cultural brasileira, fortalece a vida dos movimentos culturais, além de revelar novos talentos e incentivar a criatividade musical dos artistas da região do Cariri.

As inscrições estão sendo realizadas na Secretaria de Cultura e Turismo de Barbalha, gratuitamente até hoje, 27 de fevereiro.

Para efetuar sua inscrição você leva apenas uma cópia da sua composição e um documento de identificação.

As premiações são: 1º lugar R$ 2.000,00; 2º lugar R$ 1.000,00; 3º lugar 500,00 e melhor intérprete R$ 500.

O Projeto foi aprovado no VIII Edital Carnaval do Ceará 2014 e, conta com o apoio da Secretaria Estadual da Cultura–lei nº 13.811, de 20 de agosto de 2006.

A produção é de Francisco Demontiêr dos Santos Vieira, Panticola.



quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

SESC JUAZEIRO DO NORTE APRESENTA JOÃO BOSCO


João Bosco começou a tocar violão aos 12 anos, incentivado pela família cheia de músicos, em Minas Gerais. Anos mais tarde vai para a faculdade de engenharia Metalúrgica em Ouro Preto, e, sem abandonar os estudos, dedica-se à música, atraído principalmente pelo jazz, bossa nova e tropicalismo.

Um de seus primeiros parceiros foi Vinicius de Moraes, que o encorajou a ir para o Rio de Janeiro. Algumas músicas da dupla são "Rosa dos Ventos", "Samba do Pouso" e "O Mergulhador". Em 1971 conhece o letrista Aldir Blanc, com quem faria uma série de geniais parcerias ("Bala com Bala", "De Frente pro Crime", "Kid Cavaquinho", "Caça à Raposa", "Falso Brilhante", "O Rancho da Goiabada"). 

No ano seguinte termina a faculdade e se radica no Rio de Janeiro, onde grava sua primeira música, "Agnus Sei" (parceria com Aldir) no lado B do Disco de Bolso lançado por "O Pasquim" que lançava "Águas de Março", de Tom Jobim. No Rio compõe muito com Aldir Blanc, e várias dessas parcerias se tornam clássicos atemporais na voz de Elis Regina, como "Mestre sala dos Mares", "Dois pra Lá, Dois pra Cá" e "O Bêbado e a Equilibrista", que se torna um hino informal da anistia política. 

Na década de 70, lança discos solos que o destacam como violonista virtuose, elogiado por ases como o inglês John McLaughin, e compositor. Nos anos 80 e 90, depois de encerrar sua parceria com Aldir Blanc, passa a atuar mais freqüentemente como cantor, e encontra outros parceiros como Capinam ("Papel Machê", outro grande sucesso), Waly Salomão e Antônio Cícero ("Holofotes"), além do filho poeta, Francisco Bosco, com quem compôs as faixas do disco "As Mil e Uma Aldeias". Em 1998 compôs a trilha para o balé "Benguelê", do Grupo Corpo, apresentado no Rio, São Paulo, Belo Horizonte e em festivais internacionais.

Em 2003 lança o inédito "Malabaristas do sinal vermelho”. No álbum, o artista provou ser capaz de atualizar a temática social, sempre presente na sua obra, sem esquecer seu jeito de fazer música. O trabalho, outra parceria com o filho Francisco Bosco, foi bem acolhido pela crítica e até recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. 

E agora o SESC Juazeiro do Norte presenteia a região do Cariri com um show deste fenômeno da música popular brasileira, dia 27 de março, 20 horas.  
http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/ver/joao-bosco