Rádio Engenho Velho

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

FAÇA SUA GUIRLANDA DE NATAL PASSO A PASSO


Guirlanda de Natal é um adereço e um detalhe natalino, muito utilizado em todas as partes do mundo. As guirlandas podem ser compradas, ou então feitas em casa dando seu toque pessoal e acrescentando materiais que você mais goste. Porém, muitas vezes queremos confeccionar a nossa própria Guirlanda de Natal, mas não sabemos como fazê-la ou queremos algo diferente. É por essa razão que hoje mostraremos aqui o passo a passo de dois tipos de Guirlanda muito diferentes e que com certeza ficarão lindos na porta de sua casa ou em cima de sua lareira.

Guirlanda de Natal passo a passo

  • Guirlanda de Natal com Rolhas de Garrafa de Vinho
100 rolhas de garrafa de vinho
1 base para guirlanda média (você encontra em lojas de artesanato)
1,20 mde fita natalina de sua preferência
Folhas e sementes desidratadas
Cola quente
Spray para colorir as rolhas. (opcional)
Passo a Passo
  1. Primeiramente você irá pegar a base de guirlanda, depois você irá colar as rolhas ao redor da guirlanda alterando a posição da rolha.
  2. Cole-as com cola quente e, em seguida passe a fita ao redor da guirlanda e dê o acabamento com o um laço da fita escolhida.
  3. Depois se você quiser acrescentar mais alguma coisa, pode pintar as rolhas, você também poderá colar sementes desidratadas.
  • Guirlanda feita com tecido
50 cm de etamine com fio metalizado
20 cm de manta acrílica
Retalhos de tecidos de algodão
Retalhos de filtro na cor marrom
Linha de quilt nas cores vermelha e verde
Enchimento Acrílico
Barbante
Cola quente
Agulha
Tesoura
Carapinha
Passo a passo
  1. Risque um círculo no etamine duplo com 26 cm de diâmetro. Dentro desse círculo risque outro com16 cm. Coloque um alfinete e com ponto decorativo costure toda a volta dos riscos. Corte com sobra de1 cm e desfie. Faça dois pequenos cortes e encha com o enchimento, fechando com pontinhos à mão.
  2. Para fazer o Papai Noel costure um tira de tecido poá vermelho no tecido cru. Pegue o molde e risque, deixando o tecido poá para a parte do gorro. Coloque manta acrílica embaixo e outro tecido de algodão. Costure pelo direito em cima do risco com ponto decorativo. Corte rente a costura.
  3. Faça uma franja com o barbante e cole com cola quente. Aplique o pompom do gorro com alguns fios de barbante. Pinte o rostinho.
  4. Proceda da mesma maneira com as outras peças.
  5. Faça o laço com tecido duplo, direito com direito, costure e vire para o lado direito.
  6. Aplique todas as peças com cola quente, distribuindo harmonicamente pela guirlanda.
Agora que você já possui o passo a passo de duas guirlandas super diferentes e originais, ponha a mão na massa e faça a sua que com certeza ficará linda!

Fonte: Site Bela Mina e Artesanato Brasil

PALCO OU BASTIDORES?


O programa setorial da cultura brasileira aponta que, quando perguntados sobre seu ingresso na atividade, em respostas múltiplas, 31% dos produtores/gestores culturais entrevistados trabalham como meio para “atingir a vocação – ser ator, músico, diretor, cantor etc.”; 47%  são artistas que, por conta disso, tornaram-se produtores; 25% pertencem a grupos artísticos que precisavam de um produtor; 19% foram influenciados por terem artistas na família e, ainda, 25% tiveram influência de amigos artistas ou produtores.
Visto assim, fica claro entender que a atividade de produtor cultural não é considerada um fim em si mesma; ela é a ponte para a realização como artista ou a alternativa quase obrigatória para aqueles que já são ou tem envolvimento com artistas.
Tornar-se produtor, para muitos artistas, é o caminho para suprir a falta desse profissional. É o que relata a goiana Fernanda Fernandes, que de atriz passou a produtora: ¨Comecei na produção cultural há dez anos, pela necessidade que vivíamos, na época, de ter alguém responsável por essa função dentro do grupo de teatro que eu integrava¨.
Para Fernanda, a produção pode não ser o caminho ideal para quem pretende exercer uma atividade como artista, mas poderia servir para que o pretendente conhecesse melhor o universo cultural.
Podemos entender que, ainda para muitos, a atividade do produtor cultural é exercida como um estágio, anterior ou posterior, para se ser um artista, dar suporte à atividade artística ou, até, para sair da atividade artística por não ter conseguido realizar-se profissionalmente.
Na opinião do músico e produtor Fernando Santos, também de Goiás, para se exercer a produção cultural “é necessária toda uma formação como artista (seja no palco, como arranjador, como maestro, ator etc.) para que sirva como ponto de partida para sua carreira como produtor”. Santos entende que a produção é uma atividade artística e não descarta a formação técnica ou acadêmica para desenvolver a atividade.
Temos esse olhar confuso sobre a atividade de produtor cultural devido, muitas vezes, à falta de reconhecimento da profissão e, consequentemente, à delimitação de sua atuação. Ainda é muito comum produtores e artistas virem a si próprios em papéis invertidos, e não complementares.
Outra consequência desse olhar voltado para o fazer artístico é que o produtor, ao se perceber experiente nesta área que domina, desconsidera a necessidade de desenvolver outras aptidões e conhecimentos que lhe permitiriam favorecer sua integração em outros ambientes como, por exemplo, os setores econômicos de organizações sociais ou os ambientes político-legais de instituições públicas.
É hora de escolher em que lado se quer atuar: no palco ou nos bastidores.
Renata Alucci
Sócia da 3D3 Comunicação e Cultura e responsável, com Gisele Jordão, pela pesquisa Panorama Setorial da Cultura Brasileira. Para mais artigos deste autor clique aqui

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

TIRE O BELCHIOR DO BALAIO



Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, conhecido simplesmente como Belchior (Sobral, 26 de outubro de 1946), é um cantor e compositor brasileiro. Foi um dos primeiros cantores de MPB do nordeste brasileiro a fazer sucesso nacional, em meados da década de 1970.

Carreira

Durante sua infância, no Ceará, foi cantador de feira e poeta repentista. Estudou música coral e piano com Acaci Halley. Seu pai tocava flauta e saxofone e sua mãe cantava em coro de igreja. Tinha tios poetas e boêmios. Ainda criança, recebeu influência dos cantores do rádio Ângela Maria, Cauby Peixoto e Nora Ney. Foi programador de rádio em Sobral. Em 1962, mudou-se para Fortaleza, onde estudou Filosofia e Humanidades. Começou a estudar Medicina, mas abandonou o curso no quarto ano, em 1971, para dedicar-se à carreira artística. Ligou-se a um grupo de jovens compositores e músicos, como Fagner, Ednardo, Rodger Rogério, Teti, Cirino entre outros, conhecidos como o Pessoal do Ceará.

1971 - 1º Compacto
TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO:

1974 - Mote e Glosa

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO :

1974 - Um concerto a palo seco

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO:

1976 - Alucinação

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO:

1977 - Coração Selvagem

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO :

1978 - Todos os sentidos

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO :

1979 - Era uma vez um homem e seu tempo

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO :

1980 - Objeto Direto

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO:

1982 - Paraíso

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO :

1984 - Cenas do próximo capítulo

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO :

1986 - Um show - 10 anos de sucesso

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO:

1987 - Melodrama

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO :

1988 - Elogio da loucura

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO :

1990 - Trilhas sonoras

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO:

1992 - Com Larbanois-Carrero

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO:

1993 - Baihuno

TIRE ESTE ÁLBUM DO BALAIO:

terça-feira, 13 de novembro de 2012

SESC HOMENAGEIA MESTRE VIRGILIO VALDEVINO

O SESC Juazeiro do Norte homenageou ontem 12 o Mestre Virgilio Valdevino, no Terreiro da Mestra Margarida dentro da Mostra SESC Cariri de Culturas. O Mestre Virgilio foi um exímio tocador de fole de oito baixos ou pé de bode como queiram. Nascido e criado no sitio Cabeceiras, cidade de Barbalha, Mestre Virgilio aprendeu a tocar muito cedo e ao longo de sua vida animou muitas festas de casamentos, batizados, aniversários, dramas, festas de judas na semana santa além de fazer parte do grupo de reisado de couro do sitio Barro Vermelho como sanfoneiro.

A homenagem contou com as apresentações dos seus filhos, além do cantor, colecionador de foles de oito baixos e instrumentista Galvão, do Maculelê do Mestre Gilberto de Barbalha e da Banda Cabaçal São Francisco de Juazeiro do Norte, além das presenças de sua esposa Dona Maria, sua família e de um grande público.